sábado, 26 de março de 2011

Elizabeth Taylor - Eterna

Morta na quarta-feira 23 de insuficiência cardíaca , aos 79 anos, em Los Angeles, Elizabeth Taylor foi a maior estrela de Hollywood. E foi de um jeito que hoje, na era das celebridades, já não se pode ser mais - a um só tempo onipresente e inatingível, motivo de escândalo e inspiradora de novos comportamentos . Foi pioneira em vivier em público uma vida amoraosa tórrida, a primeira mulher a abraçar a condição de ícone gay. Foi uma das primeiras a admitir a luta contra o alcool e os medicaments e internar-se em clinicas de reabilitação - e também a se lançar de corpo e alma na benemerência. Depis da morte do amicíssimo Rock Hudson em decorrêcia de aids, levantou mais de 100 milhoês de dólares para a pesquisa dea doença, vendeu um diamante de extraordinário valor material e afetivo para construir um hospital em Botsuana - país em que, numa cabana em uma aldeia, se casara pela seguna vez com Burton, em 1975. ( sim ela se casou 2 vezes com Richard Burton, dentro dos seus inacreditáveis 8 casamentos!)
Nascida em Londres, de pais americanos Liz foi desde cedo induzida pela mãe a uma carreira artística. Sua doçura fez dela a maior estrela infantil da década de 40, mais tarde a sensualidade explosiva que, adulta, procurou mais e mais em seus papeis. 



A coragem de Lassie (1946)
O segundo filme da série Lassie e o terceiro sucesso de Liz, depois de Lassie: a Força do Coração e A Mocidade É Assim Mesmo. Aos 14 anos, ela já era uma estrela infantil número 1 da Metro-Goldwyn-Mayer, o maior estúdio de Hollywood.




Cleópatra (1963)
Adiamentos causados pela saúde frágil da atril, seu salário colossal - foi a primeira vez que se pagou um cachê de 1 milhão de dólares- e escandaloso romance com Richard Burton colaboraram para que o filme desse à Fox um prejuízo de proporções épicas, Hoje, porém, é uma espécie de clássico.



A Megera Domada (1967)
A combinação Liz-Burton-Shakespeare era vista com desconfiança pelos produtores depois do fiasco Cleópatra. Mas o diretor Franco Zeffirelli insistiu, conseguiu transpor para a tela a eletricidade que existia entre o casal, e o filme arrasou na bilheteria.


FONTE: Revista VEJA (30/03/2011)

domingo, 20 de março de 2011

Pandaungs - As mulheres-girafas

É estranho parar para pensar que em cada lugar do mundo existe um padrão de beleza. Tradições e culturas que só são aceitas naturalmente por quem vive no respectivo lugar.

Esse vídeo mostra as mulheres-girafas na Tailândia. Que chegam a ter um pescoço de 30 cm! A primeira pergunta do reporter é a mais óbvia, a dúvida de todos: Por que elas usam isso? e a resposta é bem simples:  "Pela tradição". Mas essa tradição deforma o corpo, na verdade, segundo estudiosos não é o pescoço que cresce mas os ombros que descem, de maneira que quatro vértebras tóracicas passam a integrar a estrutura do pescoço. A dor e o incômodo desses pesados "colares" podem nos fazer pensar: Mas porque elas não abandonam a tradição? Uma das explicações para o uso desses colares, é que para elas o pescoço é o centro da alma, portanto essa é uma forma de protegê-lo, proteger a alma e a identidade da tribo. Deformando o corpo e protegendo a alma, a verdade é que o tradição tornou-se um atrativo para os turistas e uma fonte de renda para as mulheres-girafas. Agências de turismo chegam a fazer  passeios com elefantes para os turistas fotografarem essas mulheres como se fossem animais em exposição. O fato é que novas gerações vem se recusando ao pescoço alongado, e isso não é exatamente um problema, a maioria das mães aceitam a situação, as que abandonam a tradição não são marginalizadas, alguns rapazes escolhem até as que não usam os colares por considerá-las modernas. As mães que ainda querem que as as filhas sigam a tradição é pela garantia do "easy money".

PS: me senti uma burra descobrindo só hoje, que elas não morrem se retirarem os colares!